Archive for dezembro, 2010

Rap (:

[Eu tbm posso fazêe Rap oras..  (: ]

Não sei se to fazendo rap, ou se é poesia,
Não sei se as rimas estão em sintonia,
Só quero expressar o que for sentimento,
Aqui de dentro.
Parceria, irmandade,
Não há mais nada que me reste,
Um futuro perdido,
Nada que preste.
É uma peste que Deus mandou,
Sorrisos que ele cessou.
Não,
Não falei que to desistindo
Que to partindo disso aqui,
Mas, tá tudo caindo,
E eu assistindo á tudo mudar.
Palavras se vão,
Atitudes não condizentes vem,
E você quer que eu concorde,
Que eu diga amém?
Cada dia é um dia,
Mais agonia,
Decepção
Momento banal, uma vida em vão,
Quando o futuro chegar,
Se ele chegar,
O que será de mim?
Assim, vivendo apenas sem ter pedido
Porque o corpo em pé,
Não quer dizer que a alma e o espirito tão vivo.
Eu sei,
Não tenho legado,
Tô afastado e cheio,
Cheio de minhas atitudes de desespero,
Como se todos os dias,
Quando eu acordo seja meu enterro,
[Eu tô morto, Eu tô morrendo]
É fácil botar a culpa em Deus,
Quando se é ateu,
E não sabe amar,
Tem medo de se machucar?
Confia em mim,
Cê sabe de onde eu vim,
Só não posso implorar,
Por algo qê não queira vivenciar…

Não quero comprometer minhas palavras,
Então tá na hora do fim,
Diz tchau!
Solitário coração?
Tchau mermão.

Natal Pra Mim é Isso

Quarto trancado,
Sozinho,
Com um lápis, caderno e um vinho,
Farto,
De falsas júrias de amor,
De falsos votos e desejos pro futuro,
Farto,
Das pessoas superficiais,
Que deixam-o convicto
De que a época dos sinos,
É só mais uma farsa.

E agora,
Pra onde irei,
Não conheço mais ninguém, capaz de entender á mim,
Assim, vou ficando,
Olhando,
Pessoas comemoram o nascimento nas datas erradas,
O capitalismo é que une essa superficial paz,
Neste natal,
Onde a falsidade toma conta de todos,
Falando,
Como se alguém estivesse ligando pro nascimento do menino Cristo.

Se fosse só isso,
Até conseguiria ignorar,
Mas vai além,
É esse clima que fica no ar,
Me faz mal,
Data banal,
Homem tolo,
Bebida hipócrita.

Se alguém estivesse realmente se importando,
Não tinha tanta criança na rua, passando fome,
Correndo atrás do caminhão do Papai Noel,
Que joga balinhas,
Como se fizesse caridade.
Não tinha pai chorando,
Em pleno natal,
Pensando no amanhã, que já é irreal.

Se natal existe,
É a data da coca-cola,
De ver na Tv histórias,
Que tudo acaba feliz.

Natal, natal, natal,
Dia fútil,
Comemoração inútil.
Hoho, hoho.

Sujo

[OBS: é uma musica, talvez por isso fiquei sem sentido os versos..tmps de igreja.. kkkk’]

Estou sujo,
Minha’lma grita,
Implorando por socorro.

Estou vazio,
Vida ferida,
Só você pode curar.

E os pensamentos
Não tem sentido,
Desde que deixei você
E fui seguir outro caminho.

Hojê só te peço que me ajude,
Pois descobri que necessito de você para viver,
Hojê eu só quero estar contigo,
E todos os dias á ti agradecer.

Por que,
Te amo,
Te amo,
Te amo como nunca amei ninguém.

Por que
Te amo,
Te amo,
E á ti, nunca negarei.

Vagar

Vagando,
Sob a escuridão da madrugada,
Somente o luar fingi iluminar.

Vagando,
Com um maço de cigarros,
Como alguém que busca algo,
Ao qual não encontrará.

Vagando sem destino,
Com o coração partido
Implora por socorro,
Implora por abrigo.

Cansado,
Porém ainda vagando,
Senta-se do outro lado da rua,
Esperando não se sabe o que,
Como se ela fosse sair de lá.

Vagando.
Apenas procurando,
Continua a vagar.

 

Confiança

Confiança,
É sentir-se seguro
Diante das desilusões,
É acreditar
No que não se vê,
É estar confortado
Em meio aos medos,
É se entregar de olhos fechados,
Saber que não vai abandonar,
Contar teus intímos segredos,
Fazer do outro, parte tua.

Confiança,
Acompanha o sincero sentimento,
É o ouvido que ouve atento,
É o amor que faz crescer.
É a vida,
Sendo descoberta,
É a vida á se viver,

Confiança é não trair,
É não viver a esconder.

Ora, ora,
Confiança,
O que é confiança?

 

Agora Eu Sei

Meus olhos te buscaram,
Meus braços só queriam te envolver
E os meus lábios, sedentos por você,
Queriam os teus,
O coração se imobilizou,
Repentinamente disparou,
As outras pessoas
Se tornaram vagas presenças,
Então percebi,
O que eu senti talvez fosse chamado amor!

Porém,
Minha chance havia sido perdida,
Havia se passado.

Só não consigo entender,
Qual foi meu erro?
O que deixei de fazer?
Talvez,
Falta de atitude,
Falta de convicção.

Eu sei,
Que meus beijos mais sinceros,
Foi em ti que dei,
Que os abraços teus,
São confortantes para o meu coração,
Que quando meus olhos te acham,
Já me sinto bem.

Quem sabe eu deva desculpas,
Somente não controlo a máquina das emoções,
Dos sentimentos,
E não consigo esconder
O que vem aqui de dentro,
De um peito confuso,
Que em você, encontrou a paz,
Que ao teu lado, se vê liberto.

Só não sei o que fazer,
Espero o tempo levar,
Levar as gotas salgadas que enxuguei da face,
Mas ainda está molhada.

Precipitei ao dizer “Eu te Amo”?
Sim,
É, Sim,
Então pensei,
Se eu te dissesse hojê
Não seria empolgação,
Pois sim afeto.

Pureza,
Medo,
Decepção.

De qualquer forma,
Nada é em vão!
E num minuto na tua frente,
Fez esclarecer tanto á mim,
Que continuo aqui,
Pensando em ti, tentando te ver.